No livro A bibliotecária dos livros queimados (HarperCollins, 386 pp, R$ 59,90 – Trad.: Alda Lima), de Brianna Labuskes, três mulheres têm suas vidas entrelaçadas em meio aos desafios da Segunda Guerra Mundial. A romancista Althea James é convidada por Joseph Goebbels para um intercâmbio cultural em Berlim, onde descobre uma realidade oculta. Em 1936, Hannah Brecht foge da Alemanha para a França após a prisão de seu irmão. Lá, se dedica à Biblioteca Alemã da Liberdade, lutando contra a censura imposta pelos nazistas. Em 1944, nos Estados Unidos, a publicitária Vivian Childs busca manter um programa que envia livros aos soldados, resistindo à censura de um senador. Entre pilhas de livros e narrativas preservadas, as trajetórias dessas três mulheres se cruzam, marcando-as para sempre.
Inscrições para o processo eleitoral do Conselho Nacional de Política Cultural são prorrogadas até 30 de setembro
O prazo de inscrição para o processo eleitoral dos representantes da sociedade civil no Conselho Nacional de Política Cultural (CNPC) foi estendido até o próximo dia 30. Artistas, produtores, agentes...




