Ao completar 15 anos, a editora Oficina Raquel passa por um rebatismo e agora se chama Oficinar, com o lema “Mais que livros, Diversidade. Mais que Histórias, Novos Horizontes”.
E para marcar a virada de chave, convoca leitores, amigos e parceiros para uma festa no próximo sábado, 20, a partir das 16h, no Centro Cultural Cortiço Carioca (Rua Joaquim Silva, 105 — Lapa, Rio de Janeiro/RJ).
No espaço Quintal, Sônia Rosa abre os trabalhos com uma contação de histórias a partir de Karimu no Mundo da Lua; em seguida, Patrícia Nogueira e Júlia Vidal conduzem atividade de ilustração baseada em Atravessando um Rio, celebrando a cultura indígena amazônica; às 17h30, o lançamento de MC Não é Bandido ganha ainda mais energia com uma Batalha de Rimas, com DK47, Xandy MC, Rico Mesquita, Jota da Via.
No Auditório, às 17h, a Roda de Conversa “A Poesia dos Orixás”, com Rogério Athayde, Luciana Nabuco e Janaína Portella, apresenta os livros Você viu Oxum? e Escafandro; às 19h, os oito autores de Fora do Armário, Dentro da História sobem ao palco para uma leitura coletiva em homenagem ao Mês do Orgulho.
Para encerrar a programação, a partir das 21h, Mackley Santos lidera uma roda de samba com a participação especial de Ana Bispo.
Nova marca ‘Oficinar’
Ao migrar de Oficina Raquel, um substantivo próprio ancorado em uma referência pessoal, para “Oficinar”, a editora defende que opera uma transformação simbólica. O sufixo “-ar” transforma a marca em verbo: ação contínua, processo colaborativo, prática literária viva. Sai o nome próprio, entra uma identidade coletiva e plural. A editora deixa de ser um espaço de um para se tornar um espaço de todos: autores, leitores, coletivos, comunidades.
A nova marca visual, criada por Adriana Cataldo, foi inspirada nos mosaicos de “caquinhos” dos pisos suburbanos cariocas.
Os ingressos para a festa estão disponíveis gratuitamente pelo Sympla.




