Em Histórias de livros perdidos (115 págs.; R$ 49; trad.: Silvia Massimini Felix), o romancista italiano Giorgio van Straten parte em busca de oito obras que desapareceram sem deixar rastros. São livros escritos e que chegaram a ser vistos ou lidos, mas que, por diferentes circunstâncias, foram destruídos, roubados ou simplesmente se perderam no tempo.
Entre os autores dessas obras quase míticas estão Byron, Gógol, Hemingway, Walter Benjamin e Sylvia Plath. Van Straten investiga pistas, relatos e documentos em uma jornada na qual a possibilidade de encontrar os livros é quase sempre remota. Mais do que reconstituir o destino de obras desaparecidas, o autor reflete sobre aquilo que se perde quando um livro deixa de existir e sobre o desejo de recuperar aquilo que não pode mais ser lido.




