Entre os dias 19 e 21 de outubro, a Biblioteca Parque, no Centro do Rio de Janeiro, recebe a 3ª edição do Rio que Lê, evento gratuito dedicado ao encontro entre literatura, educação e formação de leitores.
Ao longo de três dias, escritores, pesquisadores, educadores e profissionais de diferentes áreas se reúnem em uma programação de mesas, palestras, conversas e lançamentos que atravessam temas como inteligência artificial, hip-hop e educação, afrofuturismo, saberes afro-indígenas, Machado de Assis, mediação de leitura e os desafios de abordar assuntos complexos por meio da literatura.
Voltado especialmente a professores, mediadores de leitura e bibliotecários, mas aberto a todas as pessoas interessadas nas relações entre livros, leitura e educação, o Rio que Lê propõe aproximar diferentes repertórios e formas de conhecimento. Nesta edição, a programação parte da literatura para pensar questões que atravessam a escola, os territórios, as tecnologias, as ancestralidades e as experiências contemporâneas de formação de leitores.
Um dos destaques do evento será no dia 19 de outubro, quando a programação recebe Georgina Martins, com uma atividade sobre literatura e formação de leitores, e Roberta Borges e Cláudio Soares, na mesa “Machado de Assis: literatura, território e memória na formação de leitores”.
No dia 20, DK47 e Tamiris Coutinho participam da conversa “Hip-hop, letramento e educação”; Ana Victoria Almeida, Júlio Alves e Luiz Henrique Dourado integram a mesa “Literatura e temas difíceis”, com mediação de Júlia Vilhena.
Ainda no segundo dia, Dante Cid e Tatiana Roque participam de “Ler o mundo na era da inteligência artificial”, com mediação de Gabriela Mattos, e Patricia Castro lança o livro Caminho das pedras.
No dia 21 de outubro, Patrícia Nogueira e Janaina Nascimento se encontram na conversa “Imaginários afroindígenas”; Luiz Rufino apresenta a palestra “Terreirizar: modos de pensar e educar que abracem mundos”. Ainda no dia 21, Clarice Campos e Morena Mariah participam da mesa “Do ancestral ao futuro: caminhos do afrofuturismo” e Ana Paula Pinto de Souza encerra a programação conduzindo “Leitura como alimento”.




